Dia dos namorados

Parafraseando o Tumaki, seu eu não passo o Dia do Índio com um índio ou o Dia de Tiradentes com o Tiradentes, não tem porque eu passar o Dia dos Namorados com um namorado. Certo? Tcherto!

Embora eu ache uma fofurinha ter um namorado e passar o dia com ele para fazer coisas bestas como assistir a um filme, ir ao cinema, tomar café da manhã numa padaria legal, almoçar naquele restaurante super cult, jantar num bistrô, passear no parque, ir à biblioteca, ler um livro em casa junto (cada um com um livro, por favor), discutir sobre o livro, comer cachorro quente, deitar no quintal pra ver estrelas, tomar chá, ou simplesmente dar uma volta no quarteirão e perceber que você tá na merda porque tem casais muito mais legais que você, eu acho que isso ainda não é pra mim. A maldita questão do “compromisso” me deixa meio atordoada e eu penso “poutz! Tenho que ligar para avisar que vou fazer tal coisa”. Não gosto. Não gosto, não gosto e não gosto.

O meu dia dos namorados foi trash, mas foi muito gostosinho. Foi a la 1960. Fomos eu, a Jaquetosa e o Tumaki a uma quermesse festinha que estava tendo de uma instituição aqui em Pinda. A parte fofa: comemos sushi (e o Tu pastel). A parte trash: terminamos a noite em um bingo sem ganhar um prêmio de consolação. Tudo bem, o que me consola é que a noite foi uma delícia e eu pude ficar ao lado de pessoas das quais não tenho o compromisso de ligar para dar boa noite antes de dormir.

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