…Vou Te Contar!

“Tomo um café e um guaraná pra me animar…”

Oh, vício extremo por café, seja ele com leite, sem leite, frio, quente, capuccino, com açúcar, sem açucar, com adoçante, com chantilly, com coca-cola (hehe), forte, fraco…sem contar as balas que vendem em lojas de conveniência ou aquelas de 1,99 mesmo.

Sabe quando os pais ficam até tarde esperando os seus inocentes filhos chegarem de uma balada, uma rave ou qualquer festinha de fundo de quintal? Cá estou eu, uma “mulher” de 18 anos num sábado (domingo, de acordo com o horário, são exatamente 03:54:26am), ouvindo o carro de papai e mamãe chegando lá do fundo e prevendo que agora abrirá o portão elétrico e… ABRIU!

“E aí, como foi lá?”
“Foi legal, teu pai tá cansado”
“Que legal!”
“Deixa eu entrar aí, eu combinei com a Regiane de entrar quando eu chegar, mas acho que ela ainda não chegou na casa dela”
“Hum…perae, deixa só eu me despedir… Pronto!”
“Brigada!”

Neste tempo em que estive aqui fazendo o papel da Santíssima Trindade, não digo pelo valor supremo, mas pelo fato da ramificação de 3 em 1. Pude aprender, rir e lembrar de coisas memoráveis:

Aumentei meu setlist de músicas no violão:
– The Cramberries: Ode My Family, Animal Instinct, Zombie;
– Cold Play: Clocks;
– The Beatles: Help, I Wanna Hold Your Hand;
– Pato Fú: Perdendo Dentes.

Cuidei do meu irmão:
– Comemos miojo;
– Fiz suco de maracujá;
– E ele mamou… na mamadeira!

Relembrei lembranças* com minha irmã:
– Quando passávamos mel com açúcar no rosto para deixá-lo mais macio;
– Quando cada uma pegou uma bacia cheia de água quente e quase nos sufocamos com o vapor durante 20 minutos para que fosse mais fácil tirarmos os cravos e as espinhas que não tinhamos, e acabamos sem ar, suadas e com a pele do rosto da mesma forma;
– Quando mentimos para nossa vizinha que queríamos o livro “Medicina Alternativa de A à Z” emprestado para a minha bronquinte (com direito a tosse e falta de ar), mas na realidade era para ver o que se fazia para tirar sardas;
– Quando utilizamos a fórmula mais viável para tirar sardas. Cebola ralada onde predominavam as mesmas. Desculpa, mas dessa vez meu papel foi apenas ver o resultado, a cobaia foi minha irmã;
– Quando cortávamos parte dos nossos cabelos para ter idéia de como ficaria ele num todo.

É… descobri que não é mel e açúcar que vai deixar seus rostos mais macios, não é se sufocando com vapor que vai tirar seus cravos e espinhas e não é fedendo cebola que vai te deixar sem suas charmosas sardas, mas a essência é a que vale mais, ou seja, vamos nos achar lindas e seremos sempre lindas, mesmo que esteja com um simples chinelinho de dedo daquela lojinha dalí da esquina!

“Relembrei lembranças”*: isso foi uma redundância proposital.

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